Apaixonados pelo Mundo em Duas Rodas

Histórias, curiosidades e tudo sobre o universo das motocicletas.

Sobre Nós
Bem-vindo ao nosso espaço dedicado ao incrível mundo das motocicletas. Somos apaixonados por compartilhar histórias, fatos e reportagens que celebram a aventura e a liberdade que apenas as duas rodas podem oferecer. Acelere conosco nessa jornada e descubra mais sobre a cultura, tecnologia e estilo de vida que giram em torno da paixão por motos. Muito prazer, somos os Xavaskas do Asfalto. E este é o nosso Retrô-Visor.
Porquê a vida só tem um V...
...O resto é Ida

Há 30 anos nos unimos para criar um moto clube livre de regras

O único parágrafo do nosso estatuto rejeita qualquer obrigação ou compromisso de honra. Afinal, motocicleta é liberdade. E revoga as disposições em contrário.

Não é sobre óleo, fios, peças e parafusos...

É sobre para onde as estradas nos levam. E as pessoas e histórias que encontramos por lá.

Porquê amigos são para sempre

Não importa se resolveram pegar a estrada do infinito. Os sons da sua motocicleta, voz e risadas nunca serão esquecidos. Apenas silenciados, por enquanto.




  • Rio de Janeiro,RJ, Brasil.
  •  Seg-Sex - 08:00 às 19:00

Chegar não é o mais importante

Chegar não é o mais importante

O que leva homens e mulheres em todo o mundo a abrir mão do conforto e da urgência de chegar a um destino de carro, pelo simples prazer de desfrutar do caminho, com almas e corpos expostos ao tempo e a riscos inimagináveis?

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Caveira como símbolo de igualdade

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Não há palavras que descrevam o carinho e acolhimento dos companheiros motociclistas que participaram junto com o Xavaskas da 4@ Proclamação em Duas Rodas. Até breve.

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Quando o destino é a paz

Quando o destino é a paz

Se Deus realmente existe. Se existe um ser supremo por trás de toda essa loucura deliciosa que é viver. Com certeza, ele é motociclista.

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Uma pausa para continuar

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Nós motociclistas temos o privilégio de encontrar vários irmãos de estrada nestes verdadeiros oásis ao pé da estrada.

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Nada como ter amigos

Nada como ter amigos

Cezinha e Rosa Casal integrante dos Xavaskas com tantas hisórias a serem contadas nessa incrível jornada sobre duas rodas. desta vez em Tiradentes MG

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Tudo o que nos cerca é amor

Tudo o que nos cerca é amor

Não pelo destino. Mas pela jornada. Pela alegria de voltar para casa, rever a família e contar mais um episódio dessa loucura que é viver.

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Como tudo isso começou?

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Eram tardes lindas no suburbano e amado bairro de Rocha Miranda, que, naqueles dias, mais parecia uma cidade do interior, com carroças de leite da CCPL e até boiadas passavam em frente a nossa casa.

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07Jan

Quem não consegue ver essa redivisão do mundo está olhando mais para os tik e toks da vida do que para a própria realidade. Mas o que faz um país poderoso, dominador e orgulhoso de si mesmo, enquanto outros como nós sequer conseguem se gostar?

Aos trancos e barrancos o mundo chega a 2026 repleto de incertezas diante de uma nova conjuntura geopolítica. Nestes meus 66 anos de vida, dos quais mais de 30 dedicados ao jornalismo político e econômico, não acreditava que ainda fosse assistir a essa estrondosa redefinição geopolítica, sem a necessidade de uma terceira guerra mundial.

Sim meus amigos é isso o que está acontecendo. Os Estados Unidos acordaram a tempo de impedir que o território americano (Norte e Sul) fosse tomado pela China e suas concessionárias (Rússia, Coréia do Norte e Cuba).

O embate com a Venezuela tem um recado claro de Trump para Putin e o império Chinês: Aqui Não. Para alguns historiadores estamos vivendo a reedição da Doutrina Monroe.

Articulada pela primeira vez em 1823, a Doutrina Monroe destinava-se, em grande medida, a impedir a influência colonial europeia no hemisfério ocidental.


Ou seja, ao mesmo tempo que Trump se afasta da Otan e da Onu, permitindo ações russas na Ucrânia e Chinesa em Taiwan, as forças americanas se voltam para a América do Sul, numa clara divisão da Terra em três territórios ou domínios: Fatia da Russía, China e Estados Unidos.

Quem não consegue ver essa redivisão do mundo está olhando mais para os tik e toks da vida do que para a própria realidade. Mas o que faz um país poderoso, dominador e orgulhoso de si mesmo, enquanto outros como nós sequer  conseguem se gostar?

É espetacular ver o silêncio e respeito norte americano com seus símbolos e hino. Todo esse amor e respeito à própria história foi forjado em batalhas épicas em nome da liberdade e dos ideais americanos, pelos quais muitos deram e dão a vida a qualquer momento.

No Brasil nem a própria história é contada com orgulho, pois fomos dominados pelo o que havia de pior na Europa dos anos de 1500. E o pior, o brasileiro não gosta de ser fruto da mistura de Índios, Negros escravisados e brancos extrativistas e ladrões. 

Nossos símbolos ainda carregam as cores da coroa portuguesa e todo brasileiro sonha em conseguir qualquer papelzinho que lhe dê a chance de uma nova cidadania.

Nasci no tempo do telex, telegrama e telefone de pulso elétrico, que necessitava de uma telefonista para fazer a conexão entre duas linhas telefônicas.

Vi com orgulho a chegada da máquina de escrever elétrica (IBM esfera) e do computador de linguagem Cobol, que precisava de um prédio inteiro para ser montado.

Minha geração viu o homem chegar à Lua e até hoje ainda há quem duvide. Vi nascer a bomba de Hidrogênio, capaz de destruir a vida sem derrubar uma casa sequer. 

Agora vejo tudo ser redistribuído como em uma grande partida de poker, onde blefes e cartadas geniais irão dispor da minha vida, do meu filho, do meu neto e da sua.

Torcendo para que o novo dono do meu mundo seja o Tio San, pois as outras opções são horrorosas. Deus Salve a América.

07Jan

Nos corpos firmes e crus: Meninas, soltai as alças motocicletais em seios nus! No vosso rastro persiste O mesmo eterno poeta

O poetinha, Vinícius de Morais, é o autor de um dos mais belos poemas sobre a mulher. "Meninas de Bicicleta" foi um dos textos mais lindos da vasta antologia deste poeta carioca. Hoje pedirei licença ao Poetinha e transformarei Meninas de Bicicleta em Meninas de Motocicleta, pois sou apaixonado por mulheres que pilotam.


Meninas de motocicleta
Que fagueiras acelerais.
Quero ser vosso poeta!
Ó transitórias estátuas
Esfuziantes de azul
Louras com peles mulatas
Princesas da zona sul:
As vossas jovens figuras
Retesadas nos selins
Me prendem, com serem puras
Em redondilhas afins.
Que lindas são vossas quilhas
Quando as praias abordais!
E as nervosas panturrilhas
Na aflição dos pedais:
Que douradas maravilhas!
Motocicletai meninada
Aos ventos do Arpoador
Solta a flâmula agitada
Das cabeleiras em flor
Uma correndo à gandaia
Outra com jeito de séria
Mostrando as pernas sem saia
Feitas da mesma matéria.
Permanecei! vós que sois
O que o mundo não tem mais
Juventude de maiôs
Sobre máquinas da paz
Enxames de namoradas
Ao sol de Copacabana
Centauresas transpiradas
Que o leque do mar abana!
A vós o canto que inflama
Os meus 60 anos, meninas
Velozes massas em chama
Explodindo em vitaminas.
Bem haja a vossa saúde
À humanidade inquieta
Vós cuja ardente virtude
Preservais muito amiúde
Com um selim de motocicleta
Vós que levais tantas raças
Nos corpos firmes e crus:
Meninas, soltai as alças
motocicletais em seios nus!
No vosso rastro persiste
O mesmo eterno poeta
Um poeta - essa coisa triste
Escravizada à beleza
Que em vosso rastro persiste,
Levando a sua tristeza
No quadro da motocicleta.


Vinícius de Moraes

17Nov

Mas que saudades da minha Fan pretinha, do farol redondo e kick de pedal. Me arrependi tanto de tê-la incluído em uma transação náutica. Era 2013. Deliciosa.

Não consigo entender o tratamento depreciativo de muitos motociclistas com relação às motos de baixa cilindrada, em especial as 125, 150, 160cc. Amo as pequeninas CG, Fan, Factor, Intruder, entre outras. São simplesmente lindas, honestas e quase indestrutíveis. E que delícia usar uma delas no trânsito caótico das nossas cidades.

 E como são ágeis, confortáveis e econômicas. Sem falar o tesão que dá passar naquele cantinho que as motos grandes travam como se fossem carros. A Honda promete trazer de volta uma linha de 150CC totalmente retrô. Vou correndo comprar uma. Minha estradeirinha me deixa muito feliz nas estradas. Mas que saudades da minha Fan pretinha, do farol redondo e kick de pedal. Me arrependi tanto de tê-la incluído em uma transação náutica. Era 2013. Deliciosa.

17Nov

A estrada muitas vezes se aproveita daquele momento de relaxamento para nos colocar à prova e em situações de risco. Apesar dos meus quse 30 anos de motocicleta, a experiência acumulada não me garante imunidade alguma.

A estrada muitas vezes se aproveita daquele momento de relaxamento para nos colocar à prova e em situações de risco. Apesar dos meus quse 30 anos de motocicleta, a experiência acumulada não me garante imunidade alguma.

No sábado, 15 de novembro, quando eu curtia o trecho da Dutra próximo a Seropédica, cai em uma armadilha conhecida, mas que o relaxamento me levou a ignorar. Na pista da direita, à minha frente, uma carreta muito longa (acho que era bi-trem), me fez preparar a ultrapassagem. Ventava forte e eu sabia que teria que ser rápida e segura, para sair logo do vácuo provocado pelo caminhão. 

No retrovisor vi uma picape se aproximando e decidi fazer a ultrapassagem após a passagem dela. Até aí, todas as decisões corretas. Porém assim que a picape passou por mim eu segui atrás dela para ultrapassar também. Esse foi o meu erro. Apostei na perícia do motorista da picape e perdi. O motorista não concluia a ultrapassagem, pois estava conversando e simplesmente trancou a rodovia ficando paralelo à carreta, em um grande FODA-SE para quem vinha atrás.

O pior, atrás de mim já havia um outro carro, pressionando querendo, claro, passar. Formou-se então para mim a "tempestade perfeita". Vento forte lateral, vácuo da carreta me convidando a ir para debaixo das rodas e um outro carro na minha rabeta. Liguei o alerta e sinalizei para o motorista de trás, que, por sorte (nunca conte com a sorte) compreendeu que eu estava alí como um rato na ratoeira.

Fui reduzindo a velocidade até que a carreta ficasse toda a minha frente. Sinalizei com a seta e voltei para a pista da direita. Por mais cruel e incrível que pareça, o motorista da picape continuou com a mesma postura, até que o carro que estava atrás de mim e agora colado no para-choque dele começasse a buzinar, seguido por uma caravana de outros veículos que vinham assistindo a tudo.

A picape enfim concluiu a ultrapassagem e foi para a faixa da direita, permitindo a todos que seguissem viagem em segurança, inclusive eu, o último a passar. O motorista da carreta sinalizou para mim em solidariedade e eu pude trazer de volta para a garupa a minha alma, que já havia dito FUDEU e se mandou.

17Nov

Tem a mochilinha questionadora. Aquela que pergunta sobre quase tudo: "porque você piscou o farol? porque você sinalizou assim? Tem a medrosa: "A gente não está indo rápido demais"? "Dá para ir devagar? Falta muito"?

Pergunte a quem quiser. Motociclista ama as estradas e viajar é sempre uma experiência maravilhosa. Mas um passeio a dois não tem igual. A maioria dos motociclistas, principalmente de moto clube, tem a sua "mochilhinha". E os modelos são extremamente diferentes e igualmente amados. 

Tem a mochilinha questionadora. Aquela que pergunta sobre quase tudo: "porque você piscou o farol? porque você sinalizou assim? Tem a medrosa: "A gente não está indo rápido demais"? "Dá para ir devagar? Falta muito"?  Além dos diversos outros modelinhos que nos fazem rir dentro do capacete. A minha é do tipo contemplativa. Companheira para todas as horas. 

17Nov

Tantas motos e tantas idas e vindas ao logo dos meus 65 anos de vida e ainda me sinto um menino esperando a chegada do Papai Noel. E a ansiedade em instalar logo o baú e ver como ficou. E o primeiro passeio com a eterna mochilinha.

no botão editar.

A noite parecia a mais longa de toda uma vida. O sol insistia em não nascer. E as horas? essas se arrastavam. Afinal, era o dia de ir a concessionária e pegar a moto nova. Por que será que somos assim? Tantas motos e tantas idas e vindas ao logo dos meus 65 anos de vida e ainda me sinto um menino esperando a chegada do Papai Noel. E a ansiedade em instalar logo o baú e ver como ficou. E o primeiro passeio com a eterna mochilinha. Não sei vocês, mas comigo é e sempre será assim: A moto nova chega como um bebê, com festa para a família toda.


Chegar não é o mais importante

Chegar não é o mais importante

O que leva homens e mulheres em todo o mundo a abrir mão do conforto e da urgência de chegar a um destino de carro, pelo simples prazer de desfrutar do caminho, com almas e corpos expostos ao tempo e a riscos inimagináveis?

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Caveira como símbolo de igualdade

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Não há palavras que descrevam o carinho e acolhimento dos companheiros motociclistas que participaram junto com o Xavaskas da 4@ Proclamação em Duas Rodas. Até breve.

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Quando o destino é a paz

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Se Deus realmente existe. Se existe um ser supremo por trás de toda essa loucura deliciosa que é viver. Com certeza, ele é motociclista.

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Nós motociclistas temos o privilégio de encontrar vários irmãos de estrada nestes verdadeiros oásis ao pé da estrada.

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Tudo o que nos cerca é amor

Tudo o que nos cerca é amor

Não pelo destino. Mas pela jornada. Pela alegria de voltar para casa, rever a família e contar mais um episódio dessa loucura que é viver.

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Como tudo isso começou?

Como tudo isso começou?

Eram tardes lindas no suburbano e amado bairro de Rocha Miranda, que, naqueles dias, mais parecia uma cidade do interior, com carroças de leite da CCPL e até boiadas passavam em frente a nossa casa.

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Deus Salve a América e a mim também

Quem não consegue ver essa redivisão do mundo está olhando mais para os tik e toks da vida do que para a própria realidade. Mas o que faz um país poderoso, dominador e orgulhoso de si mesmo, enquanto outros como nós sequer conseguem se gostar?

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Meninas de motocicleta

Nos corpos firmes e crus: Meninas, soltai as alças motocicletais em seios nus! No vosso rastro persiste O mesmo eterno poeta

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Cilindradas não são importantes amar as motos é fundamental

Mas que saudades da minha Fan pretinha, do farol redondo e kick de pedal. Me arrependi tanto de tê-la incluído em uma transação náutica. Era 2013. Deliciosa.

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Quando o diabo está no detalhe

A estrada muitas vezes se aproveita daquele momento de relaxamento para nos colocar à prova e em situações de risco. Apesar dos meus quse 30 anos de motocicleta, a experiência acumulada não me garante imunidade alguma.

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A dois é muito melhor

Tem a mochilinha questionadora. Aquela que pergunta sobre quase tudo: "porque você piscou o farol? porque você sinalizou assim? Tem a medrosa: "A gente não está indo rápido demais"? "Dá para ir devagar? Falta muito"?

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Como na chegada de um bebê

Tantas motos e tantas idas e vindas ao logo dos meus 65 anos de vida e ainda me sinto um menino esperando a chegada do Papai Noel. E a ansiedade em instalar logo o baú e ver como ficou. E o primeiro passeio com a eterna mochilinha.

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